domingo, 15 de março de 2009



Não é fácil escrever sobre sentimentos. E não é, particularmente, fácil escrever sobre o amor seja em que forma ele se expresse. Os sentimentos, e passo a redundância, sentem-se. Logo não se descrevem, não se explicam, apenas acontecem, porque algo ou alguém nos toca de forma especial ou inexplicável. Nem os poetas mais eloquentes conseguiram descrever tão nobre sentimento.
Quando me pedem para falar de amor lembro a frase do poeta “é um contentamento descontente”, porque o amor contém a alegria do insatisfeito e a insatisfação do júbilo. Porque se quer sempre mais mesmo quando se pensa que se tem tudo e porque no infortúnio há sempre a vontade de querer consertá-lo para voltar ao júbilo. Sim é um circulo vicioso. Mas de um vício bom, de um vício que nos faz feliz e que, mesmo que não faça, procuramos porque a felicidade passa por sentir e viver um grande amor.
Ai, o amor por ele se vive, por ele se morre(u), por ele se suspira, por ele se respira, por ele se enfrentaram as barreiras mais duras da sociedade, enfim... por ele todos procuramos uma esperança viva que nos ajude a enfrentar os dias de forma distinta e única.
Um olhar, um toque, um beijo, uma carícia, uma palavra, uma canção, um momento, um silêncio, ocasiões únicas que transformam o banal em especial.
Termino onde comecei parecendo assim que andei em círculo de volta de uma questão cujo sentido nunca será explicado, porque apenas o podemos sentir e dificilmente explicar. Há que sentir e só sentido sabemos o que é. Para o explicar, para o explicar, para o descrever, para falar sobre ele, sim o amor, para isso nem os maiores letrados de todos os tempos conseguiram descrevê-lo na perfeição.
O Amor é o Poder que temos de proteger, cuidar e tratar daqueles que nos são mais queridos sejam eles namorados, maridos/mulheres, filhos ou amigos. Com um simples toque, um olhar é-nos dado o Super-Poder de fazer alguém sorrir ou sentir-se mais tranquilo com a vida ou com aquilo que o rodeia.
O Amor nunca será explicado de forma objetiva e concreta, é o conceito mais subjetivo que existe, contudo aquele que todos queremos sentir seja em que forma for. Felizes daqueles de nós que já amámos, pelo menos, uma vez na vida.

1 Pauzinhos de canela. on " "

Ig on 16 de março de 2009 às 06:04 disse...

Nossa, achei teu blog lindo, não li teus textos, pretendo ler... Porém tive que comentar o quanto teu blog me atraiu.

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