sábado, 21 de março de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
I'm getting tired. I'm forgetting why.
Posso tentar examinar-me por dentro. Não acredito que faça grande diferença – e também não há muito que se consiga dizer – até porque agora o vazio ocupa o espaço de quase todas as palavras. Mas talvez percorra esse caminho – apenas por ser solidária com uma teimosia solitária – e volte ao princípio de tudo. Hoje já não mora aqui aquele coração avariado. Ou – pelo menos – não pressinto mais na ponta dos dedos um coração que se escreva com tanta transparência. A tristeza invade-me de cada vez que insisto em pôr a música a tocar mas – também isso – eu posso controlar. É certo: bastaria recusar algum som mais familiar e esquecer que dancei escondida à custa de um sentimento maior. Posso também tentar o silêncio. Já que vivi tantos dias com ele na mesma casa. Conheço-lhe o bafo gelado rente ao meu pescoço e os braços frios que reclamam um corpo onde se deitar; reconheço-lhe o vulto que nunca se denuncia e me acompanha sempre. O trilho é já de si conhecido – são as mesmas noites cansadas e desgostosas a encontrarem alívio na possibilidade de um qualquer recomeço. Sem olhar para trás. E (depois) vem a perfeita noção de que matamos coisas na vida – ao procurar o olhar nítido de quem espera ser reconhecido na sua lucidez - e falhar redondamente. Assim. Ponho a mesma canção a tocar – última tentativa para incendiar tantas feridas abertas – agora já sem qualquer significado. A evidência é simples: eu não me sei escrever como antes.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Da saudade
Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior que o esquecimento
É pior do que se entrevar
A despedida traz uma dor indescritível que não consigo direcionar para nenhum lugar que não seja o coração. De fato, nunca me sobra um pedaço de chão para que eu coloque os pés devidamente firmes. Eu não olhei para trás porque doía. Eu não abracei porque desvencilhar os braços seria grande tarefa para um coração já tão atormentado pela saudade. E corri porque vê-los sorrir foi o último golpe que eu poderia sustentar - arrebatador. E só me apetecia dizer de todas as formas (im)possíveis o quanto eu amo e ponto final. Hoje nenhuma frase da Clarice representaria o vazio que sinto: a saudade irremediável, a solidão deprimente, o cansaço de possuir todos os sentimentos do mundo. Eu só queria ficar. E eu bem sei que nessa atual conjuntura é pedir demais.
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior que o esquecimento
É pior do que se entrevar
Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais
Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu
Oh, metade arrancada de mim
leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu
Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que perdi
Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus
Chico Buarque
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus
Chico Buarque
A despedida traz uma dor indescritível que não consigo direcionar para nenhum lugar que não seja o coração. De fato, nunca me sobra um pedaço de chão para que eu coloque os pés devidamente firmes. Eu não olhei para trás porque doía. Eu não abracei porque desvencilhar os braços seria grande tarefa para um coração já tão atormentado pela saudade. E corri porque vê-los sorrir foi o último golpe que eu poderia sustentar - arrebatador. E só me apetecia dizer de todas as formas (im)possíveis o quanto eu amo e ponto final. Hoje nenhuma frase da Clarice representaria o vazio que sinto: a saudade irremediável, a solidão deprimente, o cansaço de possuir todos os sentimentos do mundo. Eu só queria ficar. E eu bem sei que nessa atual conjuntura é pedir demais.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Tsc.
- O que é que estás a fazer?
- A ler.
- Sim, mas o que é que estás a ler?
- A ler.
- 'tá bem, mas estás a ler o quê?
- A ler.
- Não sejas pateta. Estás a ler o quê?
- A ler. A revista.
- Sim, mas que revista?
- A ler.
- Oh, vai-te foder.
- Também não é preciso seres ordinário.
- A ler.
- Sim, mas o que é que estás a ler?
- A ler.
- 'tá bem, mas estás a ler o quê?
- A ler.
- Não sejas pateta. Estás a ler o quê?
- A ler. A revista.
- Sim, mas que revista?
- A ler.
- Oh, vai-te foder.
- Também não é preciso seres ordinário.
terça-feira, 17 de março de 2009

São ainda as tuas músicas que me aquecem quando o que sinto é o frio dele a largar-me a mão. Quando o perfume que me ficou na pele é o dele e o braço que me segura pela cintura não o teu, mas o dele. São ainda as tuas músicas e a tua filosofia sobre manhãs por acontecerem que escuto quando a minha tarde e a minha noite são dele, nunca teus. Quando ficar mais leve implica esquecer-me de fingir e abrir os braços, voar no abraço que é dele, e não teu; e amar as longitudes ímpares, e não pares, o rasurar transversal de linhas que falam dele e às vezes de ti, e o progredir para aquele mundo adiante que é dele, e não teu, como que fugindo do bem e do mal de que és feito e me fazes ser; como que vivendo para te ter longe, tal como te parece tantas vezes o ideal, e a mim também. São ainda as tuas músicas que me aquecem, tuas as baladas que persigo, teus os conselhos e as críticas, teus os olhos tristes. Mas é para ele que tento ir. E se desta vez não for para ele, tanto faz, porque há-de ser para outro qualquer que não tu ou a sombra inquieta do que és nas vidas suspensas que hoje não te procuram mais. Não nos cafés mais próximos, não nas horas certas onde ainda sei que estarás, com toda a certeza. E, sabes, não faz mal. Um dia, não serão mais as tuas músicas que me aquecerão ou embalarão na viagem de uma lágrima a um sorriso. Não mais as tuas músicas, as tuas filosofias sobre manhãs por acontecerem e pedaços de tempo que jamais se hão de repetir. Um dia, não serão mais as tuas músicas. Nem os teus olhos tristes.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Medo
Tenho um medo dormente e desgastante que me mostra porque nunca relação alguma funcionou comigo. E, contudo, eu seria capaz de magoar qualquer um, mas não a ti. Acho que não precisaria do inferno para me condenar, eu mesma me condenaria a um inferno de vida onde o remorso nos engole e suga até à raiz inocente do que ainda somos.
Por isso mesmo, tenho medo. Medo de dar os passos errados, mostrando-te a parte de mim que não faço questão que conheças. A parte estupidamente vidrada no efeito banal que os corpos conseguem quando se entregam assim, de mão beijada. A parte de mim que não questiona nada e garante um amor de poesias com fenômenos de telenovela. A parte de mim que tropeça nos mesmos erros a cada novo encontro. A parte de mim atormentada pelas dúvidas, dividida por formas de afeto que nos assustam, e aproximam, e afastam, e existem para adiar a felicidade plena que deveríamos ter encontrado hoje, ao virar da esquina.
Tenho um medo dormente de não ser o que procuras ou que nos tornemos naquilo de que sempre fugi: os amores condenados à rotina, às comparações, aos registos de memória sobre o que falamos e fizemos, e não falamos, não fazemos nem somos mais… Queria ter tempo para descobrir que o medo não tem razão de ser… Pelo menos um lugar na memória para que no futuro não sejas mais um, para que no futuro eu procure outros tantos iguais a ti, comparados a ti, mais pequenos que tu, invisíveis ao teu lado.
Tenho um medo dormente de te perder.
Por isso mesmo, tenho medo. Medo de dar os passos errados, mostrando-te a parte de mim que não faço questão que conheças. A parte estupidamente vidrada no efeito banal que os corpos conseguem quando se entregam assim, de mão beijada. A parte de mim que não questiona nada e garante um amor de poesias com fenômenos de telenovela. A parte de mim que tropeça nos mesmos erros a cada novo encontro. A parte de mim atormentada pelas dúvidas, dividida por formas de afeto que nos assustam, e aproximam, e afastam, e existem para adiar a felicidade plena que deveríamos ter encontrado hoje, ao virar da esquina.
Tenho um medo dormente de não ser o que procuras ou que nos tornemos naquilo de que sempre fugi: os amores condenados à rotina, às comparações, aos registos de memória sobre o que falamos e fizemos, e não falamos, não fazemos nem somos mais… Queria ter tempo para descobrir que o medo não tem razão de ser… Pelo menos um lugar na memória para que no futuro não sejas mais um, para que no futuro eu procure outros tantos iguais a ti, comparados a ti, mais pequenos que tu, invisíveis ao teu lado.
Tenho um medo dormente de te perder.
Consigo hoje descrever cada uma das razões porque te amo. Sei onde começou e porquê. Sei qual é a parte do teu corpo doce de que gosto mais, e já não te respondo com um simples "todo". Sei onde, como, porquê e quando. Consigo explicar cada detalhe, cada momento, cada estremecer do corpo quando estás por perto. É por isso que tem que acabar, o amor só pode existir quando não há razão para que exista.
domingo, 15 de março de 2009

Não é fácil escrever sobre sentimentos. E não é, particularmente, fácil escrever sobre o amor seja em que forma ele se expresse. Os sentimentos, e passo a redundância, sentem-se. Logo não se descrevem, não se explicam, apenas acontecem, porque algo ou alguém nos toca de forma especial ou inexplicável. Nem os poetas mais eloquentes conseguiram descrever tão nobre sentimento.
Quando me pedem para falar de amor lembro a frase do poeta “é um contentamento descontente”, porque o amor contém a alegria do insatisfeito e a insatisfação do júbilo. Porque se quer sempre mais mesmo quando se pensa que se tem tudo e porque no infortúnio há sempre a vontade de querer consertá-lo para voltar ao júbilo. Sim é um circulo vicioso. Mas de um vício bom, de um vício que nos faz feliz e que, mesmo que não faça, procuramos porque a felicidade passa por sentir e viver um grande amor.
Ai, o amor por ele se vive, por ele se morre(u), por ele se suspira, por ele se respira, por ele se enfrentaram as barreiras mais duras da sociedade, enfim... por ele todos procuramos uma esperança viva que nos ajude a enfrentar os dias de forma distinta e única.
Um olhar, um toque, um beijo, uma carícia, uma palavra, uma canção, um momento, um silêncio, ocasiões únicas que transformam o banal em especial.
Termino onde comecei parecendo assim que andei em círculo de volta de uma questão cujo sentido nunca será explicado, porque apenas o podemos sentir e dificilmente explicar. Há que sentir e só sentido sabemos o que é. Para o explicar, para o explicar, para o descrever, para falar sobre ele, sim o amor, para isso nem os maiores letrados de todos os tempos conseguiram descrevê-lo na perfeição.
O Amor é o Poder que temos de proteger, cuidar e tratar daqueles que nos são mais queridos sejam eles namorados, maridos/mulheres, filhos ou amigos. Com um simples toque, um olhar é-nos dado o Super-Poder de fazer alguém sorrir ou sentir-se mais tranquilo com a vida ou com aquilo que o rodeia.
O Amor nunca será explicado de forma objetiva e concreta, é o conceito mais subjetivo que existe, contudo aquele que todos queremos sentir seja em que forma for. Felizes daqueles de nós que já amámos, pelo menos, uma vez na vida.
Tu não sabes...
Ninguém sabe...
Ninguém sabe...
... mas tu devolveste-me o sorriso interior, a gargalhada franca e não forçada que habita o peito dos puros. Retiraste o peso do meu coração e a sombra da minha alma. Por ti, por tua causa,
adormeço em sorriso.
adormeço em sorriso.
Tu não sabias...
Ningém sabia...
sábado, 14 de março de 2009
Wild eyes

Gosto de olhos conversadores. Olhos que falam, olhos que riem, olhos que choram. Olhos de várias cores, tamanhos e formas. Olhos que acordam de manhã ensonados, olhos que brilham ao pôr do sol, olhos que seduzem e encantam pela calada da noite. Olhos cúmplices, olhos penetrantes, olhos infinitos, olhos solitários que buscam outros olhos. Olhos que se cruzam e descruzam. Olhos que permanecem os mesmos. Olhos sinceros. Se os olhos são o espelho da alma, sou uma voyeur de almas. Gosto de observar como as almas se movem, como se agitam dentro dos corpos que carregam. Como se vestem e se despem das vidas passadas e futuras. Como se alastram por todos os cantos, matam e ressuscitam vontades insaciáveis. Como rastreiam o não vivido. Como consomem com voracidade alucinante e como degustam o querer para comer o prazer. São olhos que viajam, com algemas e correntes para aprisionar os seus deleites. São olhos lascivos, olhos de perdição. Quantos fitarei até encontrar os teus?

Que podemos sonhar quando temos consciência de que o nosso sonho se evaporou? Quando já não esperamos mais nada, somos somente as histórias que arrastamos dia a dia, tudo aquilo que não compreendemos. Regra básica, nunca pronunciar a palavra amor diante de um homem, sobretudo numa língua estrangeira porque julgamos que soa melhor dito assim. Sempre pensei que o que ia acontecer a cada minuto que passava traria consigo todas as respostas só pelo simples fato de existir. Mas não, fui traída pelas palavras não ditas. Fiquei às escuras uns bons segundos, apenas três janelinhas de madeira deixavam entrar um pouco de luz naquele quarto de hotel. As casas depois do crepúsculo têm outro aspecto. Tornam-se estáticas, paralisadas, carcomidas pela inércia. Os viajantes diários dos subúrbios que passam a correr pelas suas vidas, começavam a desaparecer-me do campo de visão. Os meus sentidos estavam embotados. Abatida pelo calor, estiquei-me na cama, fechei os olhos por breves instantes, ali fiquei a pensar naquele barzinho de bairro, onde estivera há instantes a beber um licor adocicado e delicioso e que me provocara uma sonolência abrupta. Vieram-me à memória aquelas personagens que entraram e sairam vezes sem conta, mas somente duas fixaram a minha atenção. Ao balcão estava uma mulher sozinha, bebia whisky despreocupadamente. Tinha a pele muito branca e o cabelo muito preto, que contrastava com uma espessa camada de rímel e os lábios muito vermelhos, deixava entrever o decote e a renda branca do corpete que trazia debaixo do casaco. Há mulheres com e sem sedução e ela tinha-a. De olhos melancólicos, talvez, ou tristes, semicerrados, havia um homem impecavelmente vestido de preto, esboçava umas feições atrevidas e o seu sorriso sedutor alastrava-se até a mulher. Não falaram, apenas trocaram olhares e goles de bebida em uníssono. Acabamos por acreditar que são os atalhos do destino ou os caminhos retorcidos do nosso esforço em querermos ser felizes. Pensamos em viagens, crimes e aventuras e afinal os homens não gostam da palavra sempre, faz-lhes medo. Os homens têm todos medos estranhos.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Detalhes.

O brilho dos teus olhos; a covinha no canto de sua boca; o furinho do teu queixo; o sinal perto de sua sobrancelha; a falha que há em seu cabelo; os teus dedos que deslizam no violão a tocar suas músicas românticas; o teu olhar fixo que encanta; o teu andar engraçado; a pequena cicatriz em teu lábio; sua mania de só querer falar no ouvido dos outros; sua mania de mordiscar o seu lábio inferior; você ri na hora errada, mas conseguindo manter seu carisma e seriedade. Woah! Quantas manias irás procurar para mostrá-las a mim?
Mas é de tuas manias que eu gosto, é dos teus detalhes que eu irei perceber no tempo em que eu permanecer ao teu lado. E sei que irás me surpreender, e muito.
Ando a sonhar sonhos bonitos com (tigo).
terça-feira, 10 de março de 2009
(In)Disposição
Às vezes sinto-me não só fisicamente, mas também psicologicamente indisposta para a palhaçada. Nessas alturas, lamento, mas não me consigo rir à parva de tudo e de nada. O cansaço explica alguma coisa, mas não explica tudo. E algumas passagens do meu pensamento são de todo deslocadas da realidade. Mas não consigo deixar de pensar.
segunda-feira, 9 de março de 2009

Coisa curiosa esta, a de sentir saudades do futuro. Há [as tuas] palavras que me impregnam de coragem para que assim deseje. Este é o tempo das saudades de um futuro que eu ainda não sei o que guarda para mim, assim, tão secretamente. Será esse o tempo de percorrermos todos os lugares onde ainda não me levaste?
Que seja um futuro sem projetos, a acontecer a cada instante que passe e em cada lugar onde esteja, um pouco menos volátil do que um amontoado de sonhos que depressa se dissipam e se transformam em mágoas. Um futuro independente de ideais, que os de outrora todos falharam.
Tenho saudades do que serei, do que seremos por nós mesmos, amanhã.
It's hard, / hard, not to sit on your hands, / burrow your head in the sand, / hard, not to make other plans / and claim that you've done all you can, / all alone
and life / must go on.
It's hard, / hard, to stand up for what's right / and bring home the bacon each night, / hard, not to break down and cry, / when every ideal that you tried / has been wrong. / But you must / carry on.
It's hard, / but you know it's worth the fight, / cause you know you've got the truth on your side, / when the accusations fly. / Hold tight! / Don't be afraid of what they'll say. / Who cares what cowards think? Anyway, / They will understand some day, / some day.
It's hard, / hard, when you're here all alone / and everyone else's gone home. / Harder to know right from wrong / when all objectivity's gone / and it's gone. / But you still / carry on.
'cause you, / you are the only one left / and you've got to clean up this mess. / You know you'll end up like the rest / Bitter and twisted - unless / you stay strong. / And you / carry on.
It's hard, / but you know it's worth the fight, / cause you know you've got the truth on your side, / when the accusations fly. / Hold tight! / Don't be afraid of what they'll say. / Who cares what cowards think? Anyway, / They will understand some day, / some day.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Que perdure.

Queria neste momento poder expressar todos os meus sentimentos, mas estou aqui, eu e os meus sentimentos que às vezes acabam por me magoar, sinto a tua falta a toda a hora, todo o dia, quero te ver logo, a cada instante fico a imaginar o que tu estás a fazer. Não consigo fazer mais nada, sem pensar em ti, sem desejar-te ao meu lado até para as coisas mais simples da vida, do dia-a-dia.
Eu perco parte do meu dia e a metade da minha noite suspirando o teu nome.
Muitas vezes pergunto, será que vês tudo o que sinto?
Tu podes me amar, mas não tanto quanto eu.
Amo-te mais do que imaginas. Não sabes como me fazes feliz, apenas queria mostrar-te a imensidão deste sentimento. "Pena" que eu não saiba expressar o tal. Mas sinto-me satisfeita de saber falar um "Te amo" verdadeiro. E que isto perdure. Eu te amo, L.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Será mais uma vez um erro meu? Ou um erro teu? Ou quem sabe eu esteja indo pelo caminho certo mas não quero segui-lo mesmo sabendo que este está correto? Talvez por medo. Talvez por não querer ser machucada e muito menos machucar outras pessoas. Estou sentindo-me neste momento como um labirinto. Não sei por onde ir. E se eu for por aquele caminho e não for o certo? E se eu me machucar nos espinhos que talvez haverá nele? Não sei por onde ir. Não sei por onde começar. Não sei também se posso lhe dizer palavras que eu gostaria muito de te contar agora, neste instante. Só queria que tudo fosse fácil pra mim como pensas que é. Questões, muitas questões para serem respondidas, só depende de mim e de você. Complicado, coisas que somente eu entendo. Confuso, queria que isso tudo se resolvesse em um passe de mágica, com um estalar de dedos. "Certo ou errado?"
As paredes do labirinto estão crescendo e aumentando-se.
sábado, 21 de fevereiro de 2009

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente quem evita uma paixão e o seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, e os corações aos tropeços. Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz, com o seu trabalho, ou amor, quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho, quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Ontem te procurei.

Te chamei por todos os nomes. Te procurei em cada sílaba, crente de um poder de fala que chegasse a ti. Não obtive resposta. Toquei as sílabas que proferia com mãos suaves para não te espantar, iludida ainda em te achar. Fechei as mãos a agarrar as réstias de fonemas proferidos na tua raiva de lágrimas. Eu não te sabia ouvir. Queria atropelar as palavras tuas, apoderar-me delas como se fossem minhas. O meu sentir não era bonito como o teu. As minhas palavras não tinham a forma que as tuas tinham. Os acordes que deixaste rasgados no meu corpo pedem agora a clemência de um tempo que os esqueceu. Os lábios mudos dizem em silêncio o que a alma espelhada de ti não consegue esconder.
Dias, noites, textos, poemas. Uma morfologia completa de uma analfabeta de amor. Não soubeste ensinar que cada palavra tem um dom, que cada dom só pode ser usado quando é especial e nunca usado como lança. A saliva que vive na tua boca já não me fala. Já não ouço o teu corpo a pedir por mim. Nem por palavras.. Eu era o teu texto e deixava pontuares-me de ti. Acabamos e recomeçamos. Destruímos. Anulamos.
Corremos na boca um do outro a negar o sabor a sal que nos escorre na cara.
Eu era o começo que nunca se soube apresentar. Não tinha nome, nem nada, nem dor, nem mágoa. Nunca pediste um título.. Eu nunca pedi um fim. Nunca me pediste para ser o teu começo. Eu fui. Soubeste ser fim. Mas desta vez eu não falei.. Eu não pedi. Eu não consigo ler as tuas palavras como tu as escreves, não consigo adivinhar o que não me dizes.. E choro nas margens da despedida para que me empurraste, nos teus silêncios e nas tuas metáforas.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O amor é uma energia poderosa. É luz. É a força da vida. Dá-nos vida e sustenta-nos enquanto vivemos e respiramos. O amor é uma energia não uma substância. É essência e não matéria. Não é possível contê-lo, nem colocá-lo numa caixa, mas pode-se sentir, saborear e conhecer. A sua presença é inequívoca. É intenso e profundo. E quando estamos enamorados, ninguém, nem o melhor amigo, nem os pais, nem a nossa própria mente nos faz desistir.
O amor é misterioso e belo. Faz-nos felizes, dá-nos esperança, permite-nos acreditar que o impossível pode acontecer. E, contudo, é inexplicável! Não pode ser definido nem analisado, catalogado ou apressado. A sua principal propriedade é que, quando existe, não pode ser confundido com qualquer outra coisa, e nada mais, por muito válido ou supostamente grandioso que seja, pode passar por amor...
O amor é uma energia divina que se introduz em circunstâncias humanas, uma essência intemporal, que entra no tempo. É mais velho, mais sábio, melhor, mais verdadeiro, mais encantador e radioso que qualquer ser humano.
É o que nos torna sábios, bons, verdadeiros, encantadores e radiosos. É o melhor, em nós!
E é ao amor, essa energia rara, que nos ligamos quando iniciamos a experiência humana a que chamamos "uma relação". Vemos essa energia nos olhos uns dos outros; sentimo-la no corpo, e sabemos que algo maior que a própria vida entrou nas nossas vidas, cativando a nossa atenção.
E é esse sentimento poderoso, vivo, transcendente e delicioso, e a ânsia de mais, de que perdure uma vida inteira, que nos impele para as relações.
Doces encontros..

Todos temos os nossos limites.. Não conseguimos ser tudo aquilo que sonhamos ao longo da vida. Acontecem-nos coisas que não esperamos, recebemos coisas que não pedimos, perdemos outras sem querer. Com o tempo descobrimos que também o nosso corpo não está sempre a cem por cento... E se pensarmos bem no nosso interior, a confusão pode ser bem maior.
De certo modo, faria sentido que estivesse nas nossas mãos a capacidade de mudar em nós: defeitos para virtudes. Mas isso nem sempre acontece! Ora por preguiça, ora por medos, ora por o simples conforto de não ter de sair do mesmo lugar...
Há duas faces positivas, no limite: a aceitação e o superamento. E duas faces negativas: a ilusão e o desistir.
Há duas faces positivas, no limite: a aceitação e o superamento. E duas faces negativas: a ilusão e o desistir.
No fundo, está em jogo a nossa verdade e o que somos diante de nós mesmos. Uma verdade que deixamos que seja confundida, num reboliço de pensamentos, que quando menos esperamos se tornam vazios...Uma verdade que por vezes é sobreposta, como se houvesse outra, maior que a aquela que é nossa.
Faz-nos bem um certo realismo de perceber ou tomar consciência que há coisas em nós, nos outros e no Mundo que não podemos mudar. Mas também há uma verdade corajosa, que vê mais do que aquilo que está presente, uma verdade que sente e que vem para ficar.
A nossa verdade é este equilibrio, este que luta entre uma verdade presente para a construcção duma verdade futura. Onde eu sendo mais igual a mim mesma, seja no Presente ou num Futuro, me permite reconhecer os meus limites mais ténues, e onde as possibilidades têm espaço para crescer e ser maiores.
E é nesta tensão de descoberta que caminho, que docemente sinto e me encontro...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Acordei com toneladas de fios de água..
Parece que as nuvens se teceram em alianças para me trazerem um novo dilúvio, mas não sei se será apenas por um dia ou ficará nos restos de todos os calendários até o fim deste conjunto de lagos e rios e mares dentro do poço onde caíram as nossas palavras, não sei se perde em sombras sem cor ou se nos devolve velhas serenidades.. Não sei se choverá amanhã e se choverá por muitos dias. Tudo quanto sei é que chove e que o Outono vem ter conosco em passos de presságio.
A chuva não é só este cinzento dos dias que aproximam, a antecipação de reclusões demoradas em armários com espelhos no interior, não é só esta colisão de sóis em fins pequeninos de mundos, em derrocadas, em verbos sem sentido. Traz-no também um bocadinho de magia, lava-nos por dentro por vezes ouvi-la nos seus acordes únicos, inimitáveis. A mim pelo menos por vezes faz-me parar, e é tão importante pararmos de vez em quando, não é? Para nos sentirmos, para nos lermos, nos ouvirmos, nos deixarmos ser apenas no sentir, sem essa mescla de pequenos nadas que nos bombardeia em rodopios de cor..
Mas nem sempre conseguimos ouvir-nos quando paramos. O Outono nos seus dias pode ser pesados, ou os dias que sem serem de Outono parecem de Outono, na sua letargia de folhas caídas e plantadas na inércia do solo, na leveza do tempo de ficar, de sentar revoltas em poltronas de mármore, frias como o vento que nos impele contra as portas do conformismo.. Por isso também a calma pode ser apenas aparente, pode não ser mais do que um adiamento da nossa revolta, do nosso reencontro..
Pode ser apenas um refúgio para interrompermos o nosso grito, afundados em almofadas de tédio.
Mas não importa em que estação estamos, tenho à minha volta toneladas de fios de água.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Aprendi
Aprendi que, as pessoas mais queridas podem às vezes me ferir. E talvez não me amem tanto quanto eu gostaria, o que significa que não me amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.
Aprendi que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendi que, por pior que seja um problema ou uma situação, sempre existe uma saída.
Aprendi que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.
Aprendi que, por pior que seja um problema ou uma situação, sempre existe uma saída.
Bússola

Não sei como te encontrar outra vez, porque a bússola que me entregou aos teus olhos se partiu, continua a marcar a direção, o passo, o fôlego mas já não tem força. Vilipendia-me saber, sentir, lembrar que te perdi, pela segunda vez. Invadem-me saudades de brincar com os teus dedos, e tu com os meus, de te fazer nós no cabelo, de desfazer os nós na minha garganta em cada ínfima palavra que te ofereci. A paixão mais forte que ouço em todas as tuas músicas tinge-me o corpo, deixe-me o rodopiar na tua sinfonia mais completa, no meu esquecimento descalço de sentidos.
Tenho nas mãos este destino de me lembrar.. Lembro-me das nossas despedidas, dos carrosséis e do circo que passava perto de minha casa, lembro-me do que encontrei quando voltei às ruas das nossas infâncias que nunca se encontraram.
Ciúmes

O ciúme, em princípio, é um sentimento tão natural ao ser humano como o tédio e a raiva. Nós sempre vivenciamos este sentimento em algum momento da vida, diferem apenas suas razões e as emoções que sentimos. Como todo sentimento, tem seu lado positivo e seu lado negativo.
Às vezes sentimentos de ciúme podem ficar desproporcionais. E com isso, tanto em uma relação como em uma amizade, pode mudar muito o modo de tratar o próximo. Conversas frias, provocações, discussões por besteiras.
Eu sou muito ciumenta, mas tenho culpa de ser assim? Acho que não. Tenho ciúmes de muitas pessoas, mas estas não querem entender e acham até que eu possa estar gostando da pessoa que eu sinto ciúmes. Não é assim, há vários tipos de ciúmes, o meu tipo é, medo de perder a tal pessoa para outra, medo de ser deixada de lado, medo de não poder mais falar com a pessoa. E muitas outras coisas. Eu queria muito saber guardar esses ciúmes descontrolados para mim mesma, só que eu não consigo, uma hora você explode e até às vezes fala o que não deve.
E se eu sinto ciúmes de você, é uma prova de que eu gosto bastante de você e que eu não quero te perder para ninguém. Eu me sinto segura contigo, sem você eu ficaria sem chão, não iria me sentir bem.
Mas para você é muito difícil de entender isso. E se realmente gostasse de mim como dizes, poderia tentar ao menos me entender e entender os meus ciúmes. Apenas não queria te ver longe e distante de mim, te queria mais perto.
Enfim, ciúmes que aumentam todos os dias.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Amanhã completaremos mais um mês de nossa grande amizade, uma amizade mais que especial. Tantas coisas já aconteceram com nós duas, tantas briguinhas, tantos ciúmes, tantos momentos de felicidade.. Realmente aconteceu muitas coisas durante esse 1 ano e 1 mês. E você sempre foi tão maravilhosa comigo, você sempre foi tão querida, tão amorosa, carinhosa, e mais milhares de qualidades que você tem. Eu espero mesmo que essa amizade vá longe, que cresça mais ainda e que com ela iremos nos conhecer mais e mais a cada dia que passar. Eu queria saber usar palavras lindas para lhe surpreender com isto, mas não tenho essa capacidade, por isso, usarei somente palavras simples e que você já conhece muito bem, quando vem de mim. Não é?
Eu não tenho medo de nada, pois sei que tenho você do meu lado para me consolar, me alegrar com as tuas babaquices e etc. É muito difícil achar uma pessoa no fake que seja confiável, fiel, calorosa, que saiba realmente guardar uma amizade, perdoar quando achar que vai haver mais alguma esperança. E é isso que eu sinto tudo por você, meu amor. Eu te amo muito, de verdade. Quero que grave isso em você, que.. Não importa o que aconteça, eu sempre te amarei, e sempre estarei do seu lado, não me importa nada, apenas não quero perder sua amizade novamente, pois ela é bastante especial pra mim, super importante e essencial. Não sei me expressar direito, mas acho que você vai "sacar" bem o que eu quero lhe dizer, e amanhã não esqueça, 1 ano e 1 mês. Eu a amo muito, demais mesmo, só eu entendo este sentimento que há dentro de mim. Obrigada por tudo, pelos momentos inesquecíveis. Você é realmente incrível e espero que sejas mais a cada dia que passar. E que essa amizade dure eternamente. ♥

"Quando a gente está passando uma quadra triste de nossa vida, aí sim conhecemos o nosso verdadeiro amigo. É quando percebemos toda a profundidade do sentimento que liga duas pessoas. Em momentos difíceis é que vem a vontade de possuir um ombro amigo para chorar. "
E eu percebi o quanto fostes "amigo-verdadeiro" comigo. Você sempre esteve do meu lado, sempre alegrando os meus dias, sendo a pessoa que és até hoje, só demonstras ser uma pessoa maravilhosa e a cada dia melhorando mais e mais, e com isso, sinto orgulho por você mudar, mas não para pior, para melhor. Saiba que pode acontecer o que for, mas sempre vou lhe considerar o meu melhor amigo, o melhor de todos. Nunca conheci alguém tão especial como você é hoje para mim, e eu espero não conhecer, pois não existe outro alguém como você ou até melhor que tu. És incrível, és um amor, és o meu melhor amigo, o que eu quero levar pra sempre guardadinho em meu coração, apesar das brigas, dos meus ciúmes, apesar de tudo, estarei sempre do seu lado, não esqueça disso jamais. Eu te amo, J.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

I hate the way you talk to me
and the way you cut your hair
I hate the way you drive my car
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots
and the way you read my mind
I hate you so much it makes me sick
It even makes me rhyme.
I hate the way you're allways right.
I hate it when you lie.
I hate it when you made me laugh
Even worse when you make me cry.
I hate it when you´re not around
and the fact that you didn't call.
But mostly I hate the way I don't hate you
Not even close, not even a little bit, not even at all.

Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!

Eu gosto do jeito que você me faz sentir. Reduz o tempo, entre no meu quarto e apague a luz. Você suspira suavemente no meu ouvido (Liberta-me). O jeito que você me toca.. Deixe-me saber que você é meu.
Eu preferia ficar com você porque eu gosto do jeito que você grita o meu nome. Não há nenhum outro homem que faz o que eu quero e me faz sentir desse jeito.
Eu amo o jeito que você "encara" os meus olhos, eu sou sua mulher, eu pertenço a você.
Não há nada que eu não faria por você, eu sei que minha alma está conectada à ti. Eu me sinto segura quando estou contigo. Eu estou colocando barreiras por nada, guardando-me para você..
Eu não quero ninguém mais, eu estou feliz com você.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Eu posso fazer você se sentir como se estivesse no céu, eu posso ser uma diabazinha na cama e.. Até limpar e fazer seu café-da-manhã. Mas eu não sou perfeita, eu posso dar um tempo quando você precisar ficar sozinho, eu posso guiar você pelos desvios, sussurrar no seu ouvido de um jeito divino.. Mas eu não sou perfeita.
Espero que você possa me perdoar por todos os erros que cometi. Seja paciente comigo, estou apenas tentando fazer o que acho certo. Eu não sou uma super-heroína, desculpe-me então por não poder salvar o dia. Acredite em mim quando eu digo: "Eu sinto muito por não ter usado a sua 'Auréola'. Eu sinto muito por não poder ser o seu anjo. Eu sinto muito por não ter servido o seu ego. Eu estava com ele, mas acho que eu não estava pensando direito.
Eu sei como levar você ao prazer e eu posso vestir você para todas as estações. Surpreender você sem uma razão em especial.. Mas eu não sou perfeita! Eu estou de joelhos e orando pelo seu amor, prometo não deixar nada vir entre a gente. Você poderia deixar nos destruirmos só porque eu não sou perfeita?
Agora é como se você nunca tivesse conhecido meu coração. Eu juro que às vezes você é tão duro comigo só porque eu não sou tudo que você quer que eu seja. Eu sinto tanto! Eu não queria que você me visse desse jeito. Eu não tinha intenção de perder a elegância porque.. Eu não sou perfeita!
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O dia

Ontem à noite já com aquela ansiedade, com aquele frio na barriga, com todas as sensações.. Somente para hoje ir ao colégio. Tive que acordar de 5hrs - demoro muito, muito mesmo -, me arrumei, fiquei pronta depois de 1h30min. Tomei meu café (nervosa) e fui esperar minha amiga chegar para irmos juntas ao colégio. Chegando lá, encontrei o meu "ex" grupinho do 2° ano do Ensino Médio, nos abraçamos, conversamos bastante, matamos as saudades. Mas depois, tive que ir para a minha sala e elas para a sala do 3° ano. Entrei na minha, com aqueles alunos estranhos (alguns) e fiquei totalmente calada e na minha. Foi realmente ruim dentro da sala, pois eu não conhecia muitas pessoas e tinha mais novatos, foi um "saco".
Depois tocou o intervalo, fui novamente me encontrar com o meu "ex" grupo, fomos lanchar, conversamos mais ainda e voltamos para as salas. Tive duas aulas chatas, uma de Geografia e a outra de Física, mas até que a hora se passou rapidinho. Tocou 11h50 para a saída dos alunos, conversei mais um pouquinho com as minhas amigas e fui embora com um super amigo meu. Peguei o ônibus e cheguei em casa contando para a minha mãe como foi. No começo é bem fácil, depois complica tudo, provas, trabalhos e etc.
Mas eu espero que neste ano eu me dê bem, porque repetir, é a pior coisa do mundo. (Pra quem nunca repetiu, como eu).
domingo, 8 de fevereiro de 2009

Tudo na vida tem uma razão para existir. A minha é te amar e te fazer feliz, metade já realizei que é amar você, agora te fazer feliz apenas depende de ti. Entraste na minha vida como um raio de luz, vieste iluminar os sítios mais escuros que havia em mim, deste um novo sentido á minha vida, és a razão pela qual eu me levanto de manhã e enfrento o mundo, posso dizer com toda a certeza que és o ar que respiro, logo todo o meu mundo gira em torno de ti. Se observares a água a correr no rio saberás então porque é que eu me considero um rio, corro igual por ti, sem nunca parar, sem nunca me cansar. Se te escondesses num canteiro de rosas eu te descobriria em segundos, serias a mais bela rosa que lá havia. Poderia dizer muitas mais coisas mas ficarão para outro momento.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Joel: I can't see anything that I don't like about you.
Clementine: But you will. But you will. You know, you will think of things. And I'll get bored with you and feel trapped because that's what happens with me.
Joel: Okay.
Clementine: (...) Okay.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Odeio essa parte
Estamos dirigindo lentamente pela neve, pela Quinta Avenida..
E nesse momento o rádio é tudo o que podemos escutar. Não nos falamos desde que saímos. É tão ultrapassado, está tão frio lá fora, - mas está pior entre nós -.
O mundo fica lento mas meu coração bate depressa nesse momento. "Sei que essa é a parte onde o fim começa". Não consigo segurar por muito tempo, pensei que fôssemos mais fortes, tudo o que fazemos é demorar, escorrendo pelos nossos dedos. Não quero tentar agora dizer adeus a tudo o que restou. Encontrar um jeito de poder dizer a você: - "Odeio essa parte aqui, não posso aguentar suas lágrimas.."
E nesse momento o rádio é tudo o que podemos escutar. Não nos falamos desde que saímos. É tão ultrapassado, está tão frio lá fora, - mas está pior entre nós -.
O mundo fica lento mas meu coração bate depressa nesse momento. "Sei que essa é a parte onde o fim começa". Não consigo segurar por muito tempo, pensei que fôssemos mais fortes, tudo o que fazemos é demorar, escorrendo pelos nossos dedos. Não quero tentar agora dizer adeus a tudo o que restou. Encontrar um jeito de poder dizer a você: - "Odeio essa parte aqui, não posso aguentar suas lágrimas.."
sábado, 31 de janeiro de 2009

Eu queria ter palavras o suficiente para lhe dizer o quanto eu te amo, o quanto eu gosto de estar com você, o quanto és importante para a minha vida. Eu acho que não tens noção do tamanho do sentimento que há em mim, não tens noção do que eu ando pensando nesses últimos tempos, e isto vem me dominando a cada dia que passa. Eu não posso evitar, eu não posso esconder o quanto eu amo você.
Apesar das nossas brigas, apesar de tudo o que aconteceu nesses dias, saiba que eu te amo e esse sentimento não vai mudar por nada e nem por ninguém. És a minha vida.. É em você que eu penso todos os dias, é por você que eu choro, é o teu jeito que me faz ficar assim, feito uma boba, é você, meu amor, é você, somente você, que eu amo e que sempre vou amar.
Eu sempre estarei aqui para você, nunca vou lhe deixar - por nada que acontecer -, quero que saibas que sempre estarás em mim, em meu coração, porque.. eu te amo, de verdade.
Não há palavras que demonstrem o imenso amor que sinto por ti, não há e nunca haverá. Mas apenas quero que guarde essas pequenas (e bobas) palavras em você, pois estou sendo sincera e falando um pouco desse sentimento que andou me abalando todo esse tempo.
"No one loves you like I love you, no one in the world". ♥
Assinar:
Comentários (Atom)
